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quarta-feira, 7 de março de 2012

CF - O médico ajuda, mas você precisa ajudar também

O que um paciente precisa fazer para que a orientação do médico possa surtir melhor efeito?

Quando médicos precisam encontrar rapidamente diagnósticos e seguir alguns protocolos de tratamento para um atendimento mais numeroso de pacientes, ocorre uma perda na qualidade do atendimento. É mais provável que ocorra uma visão parcial do paciente, e os aspectos subjetivos daquele indivíduo não são avaliados pela falta de tempo suficiente na consulta, o que traria mais dados para o profissional que, quem sabe, poderia até modificar o procedimento final prescrito.
A ciência é importante, claro, para trazer novas verdades através das pesquisas. Mas nós médicos não podemos perder de vista a humanidade do paciente, o fato de que ali diante de nós está uma pessoa com tantas características subjetivas, peculiaridades, formas de pensar e de sentir diferentes, afeto próprio, inserção na realidade da vida do modo e na possibilidade dele, e etc.. Sem compreensão mais profunda do todo da pessoa, fica mais difícil acertar o tratamento.
O Pai da Medicina, Hipócrates, disse que mais importante do que saber que doença tem determinada pessoa é saber que pessoa tem determinada doença. E isto, eu creio, faz a diferença entre tratamentos que funcionam duradouramente e os que funcionam mais temporariamente, entre os resultados mais sintomáticos e os que produzem cura.
Mas o profissional tem seus limites também. O médico vê muita coisa no paciente. Mas ele só pode ver no outro o que pode ver em si mesmo em termos de ser humano. Médicos também podem ter ansiedade, depressão, dificuldades afetivas variadas. Isto pode interferir no relacionamento médico-paciente com prejuízo para os resultados se aquele profissional estiver com baixa percepção da realidade subjetiva de si e, por exemplo, não compreender o que significa a angústia humana.
Conhecer anatomia, fisiologia, farmacologia, histologia, patologia, microbiologia, técnicas de cirurgia, etc., é fenomenal! Mas mais ainda, pelo menos para mim, é conhecer o psiquismo de um indivíduo. Ou seja, por que ele funciona deste jeito como pessoa, como um ser pensante, que possui afetos e faz escolhas. Conhecer a pessoa do paciente é maravilhosa aventura. Entretanto, também é uma maravilha ter profissionais que conhecem muito bem os órgãos humanos, pois assim, em emergências, podemos contar com eles para nos ajudar organicamente, seja pela atuação clínica ou cirúrgica.

Da próxima vez que você for a um médico, abra mais seu coração para ele e fale daquilo que tem incomodado sua vida emocional. Faça perguntas sobre o papel do estresse emocional sobre os sintomas que você apresenta. Bote para fora as queixas emocionais, as preocupações com sua saúde e não somente focalize na dor física aqui e ali no seu corpo, ou no mal funcionamento desta ou daquela função do seu organismo. Tomara que ele não saia com sugestões superficiais tipo, "Faça uma viagem!", ou "Faça mais sexo!", ou "Compre isto ou aquilo!", ou "Curta mais a vida!", ou "Arranje outro cônjuge!", etc. O médico acalma o paciente quando ele sabe escutar com o coração e não só com o estetoscópio e quando o paciente está aberto para receber ajuda. Um bom médico deve ser um bom conselheiro e um bom conselheiro é em primeiro lugar um bom ouvinte.
Talvez você tenha que escutar melhor a verdade interior da sua própria consciência que está dizendo algo para a melhora de sua saúde. Com tanta informação sobre saúde é bem provável que você saiba, pelo menos em parte, o que está praticando e que não é bom. Então, mude. Mude seu estilo de vida. Coma com melhor qualidade. Faça exercícios físicos constantes. Durma melhor e mais cedo. Trabalhe sem ganância. Compartilhe o que tem obtido. Tudo o que não damos, perdemos. Desfrute mais sua família. Freqüente mais a Natureza e menos os shoppings. Seja compassivo com os outros e consigo mesmo. Troque as novelas de TV por bons livros. Seja bom com você mesmo. Até certo ponto podemos ser nosso próprio médico. A cura vem pela prática da verdade em obediência às leis da saúde. Um dia de cada vez, uma coisa de cada vez.

Fonte de pesquisa:portalnatural.com.br

segunda-feira, 5 de março de 2012

Que a saúde se difunda sobre a Terra

O significado de saúde e de salvação, ao longo da História, são convergentes e sempre apresentaram uma relação profunda. Em diversas línguas, os termos nasceram de uma raiz única e, por muito tempo, partilharam a mesma palavra. Em geral, saúde e salvação significavam plenitude, integridade física e espiritual, paz, prosperidade. Evidência disso é que, nas grandes romarias, o povo, em sua fé, sempre pede, mas também agradece, pela cura e saúde alcançadas. Não é algo que somente aconteceu no passado, pois ocorre ainda hoje.
As religiões sempre ofereceram respostas à busca de um sentido para a existência e seus grandes desafios, particularmente em relação à dor, ao sofrimento, ao mal e à morte, que afligem a humanidade indistintamente. Nesse sentido, procuremos ouvir não só os ensinamentos bíblicos, como também os da Teologia e da prática pastoral da Igreja a fim de iluminar essa questão, vital para todos.
Saúde na Antiguidade e na Bíblia
Desde muito cedo, a humanidade empenhou-se em conservar a saúde e vencer as doenças, além de lhes atribuir diferentes conceitos e explicações. Para muitos povos, a doença resulta da ação de forças alheias ao organismo que se instalam na pessoa por causa da desobediência a certas normas sociais, por erros cometidos em vidas passadas, por castigo de alguma divindade ofendida, pela ação de demônios ou maus espíritos.
Por outro lado, consideram que as divindades podem curar o mal, o que supõe diagnósticos, práticas e receitas curativas associadas, quase sempre, a esconjurações mágicas, que são concebidas como remédios em uma esfera na qual atuam os deuses e todos os tipos de entidades intermediárias. Assim, é comum, em diversas culturas, o recurso à religião e à magia na busca de sentido para a vida; a doença e a saúde, indicando profunda relação entre doença e religião.
Doença e saúde no Antigo Testamento
O livro do Eclesiástico considera a doença como o pior de todos os males (Eclo 30,17), um mal que faz perder o sono (Eclo 31,2). O povo judeu entendia que a falta de saúde estava intimamente ligada à culpa, ao pecado. A cura para as doenças deveria ser obtida, em primeiro lugar, pela oração (2 Sm 12, 15–23).
O Eclesiástico e a sabedoria popular em saúde

O conteúdo do livro do Eclesiástico resulta da coleta de um conjunto de ensinamentos que circulava no meio do povo. O autor desejou deixá-los por escrito para manifestar a resistência contra os dominantes da época que queriam impor sua cultura e ciência, tirando do povo de Israel sua autoestima e negando sua sabedoria. Muitas vezes, os ditos são dispostos de maneira a constituir pequenas coletâneas, como no caso do verso que inspirou o lema da Campanha da Fraternidade deste ano: “Que a saúde se difunda sobre a Terra” (Eclo 38,8). Este é o verso central de uma coleção de ditos sobre a saúde e sobre o papel e a missão dos médicos e de outros profissionais que buscam preservá-la.
É importante resgatar a relação da saúde com a temperança, pois, efetivamente, a melhor forma de tratar da saúde de uma pessoa é evitar que ela adoeça. Nesse sentido, convém resgatar e valorizar as práticas centradas na prevenção, na informação, na disseminação de iniciativas que ajudam na preservação da saúde; tanto as governamentais — como campanhas de vacinação, de cuidados para evitar epidemias ou de incentivo ao pré-natal — quanto as comunitárias, que estimulam modos alternativos de alimentação, prática de esportes, exercícios físicos, entre outros.
Do texto já citado do livro do Eclesiástico (Eclo 38,1–15), ainda podemos extrair ensinamentos oportunos para a área da saúde pública, pois faz referência às pessoas responsáveis pela manutenção da saúde da população. Mais importante que curar, é o trabalho de evitar que as pessoas adoeçam e ajudá-las para que tenham saúde em abundância. Realidade que o ditado popular consagrou: “É melhor prevenir que remediar”.
O sofrimento do justo e seu significado

Talvez o livro mais significativo no Antigo Testamento, no que se refere ao tema de que estamos tratando, é o que narra a experiência de Jó. Esse escrito da literatura sapiencial aborda o problema do sofrimento relacionando doença — castigo ­pecado – Deus. Permeava a antiga cultura hebraica a concepção de que cada doença ou sofrimento se explicava pela identificação de algum pecado cometido contra Deus, que, por justiça, castiga o pecador impondo-lhe algum sofrimento. Assim, o sofrimento é o castigo infligido por Deus pelos pecados dos homens. Ele se apresenta como resposta à transgressão, pois a ordem moral objetiva exige uma pena para o pecado e para o crime. O sofrimento só tem um sentido no plano da justiça de Deus, que paga o bem com o bem e o mal com o mal.
Na leitura da experiência de Jó, percebe-se que Deus não é a origem do sofrimento nem do mal. O sofrimento faz parte da misteriosa presença do mal, que é impossível de se compreender, mas que também não pode ser atribuída exclusivamente à responsabilidade pessoal. Sobretudo, supera a ligação automática entre doença e castigo divino. Dessa forma, “que a resposta à pergunta sobre o sentido do sofrimento não fique ligada, sem reservas, à ordem baseada somente na justiça”.
Fonte: construirnoticias.com.br
Saúde e doença no Novo Testamento
A cura do cego de nascença

O capítulo nono do Evangelho de São João relata o encontro de Jesus com um cego de nascença enquanto caminhava nos arredores do templo (Jo 9, 1–41). Há notícias de que a cegueira era extremamente comum no Oriente Médio. Nos textos bíblicos, fala-se sobretudo de dois tipos de cegueira. A oftalmia, doença altamente contagiosa, agravada pelos raios do Sol, pela poeira e pela areia sopradas do deserto e pela falta de higiene. Outra forma mencionada é a cegueira senil, que resulta do avançar dos anos. De acordo com o relato evangélico, são os discípulos que, em primeiro lugar, percebem a presença do cego e propõem uma questão a Jesus.
A dúvida dos discípulos, ao encontrarem o cego, é de ordem teológica. “Quem pecou para que ele nascesse cego?” (Jo 9, 2). Seguindo a teologia tradicional, os discípulos propõem a Jesus uma pergunta: Teria o homem pecado ou teriam sido seus pais? (Jo 9, 2), pois havia a compreensão de que o pecado dos pais poderia prejudicar os descendentes, por várias gerações. Essa forma de compreender foi objeto de questionamento e de confronto com Jesus em várias ocasiões.
A resposta de Jesus aos discípulos é clara: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas é uma ocasião para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo 9, 3). Cristo interrompe a tradição de vincular doença e pecado e oferece aos discípulos, aos fariseus, aos judeus, aos familiares do cego e ao próprio cego uma catequese sobre sua missão. Jesus apresenta--se como “luz do mundo” e luz que se manifesta pelas obras que realiza. Essa experiência permite que o próprio cego se transforme em discípulo.
Jesus e os doentes: a saúde se difunde sobre a Terra

O anúncio da missão de Jesus na sinagoga de Nazaré inclui “a recuperação da vista dos cegos” (Lc 4, 19). No entanto, em toda ação de Jesus, percebemos inúmeros gestos de quem está preocupado em recuperar a saúde, não apenas no aspecto biológico, mas ajudando o ser humano a ter uma vida digna, saudável e reintegrada à sociedade, porque a doença significava exclusão social. Diz o Evangelho:
Jesus percorria toda a Galileia ensinando nas sinagogas deles, anunciando a boa-nova do Reino e curando toda espécie de doença e enfermidade do povo (Mt 4, 23).
Jesus não tem só poder de curar, mas também de perdoar pecados: ele veio curar o homem inteiro, alma e corpo; é o médico de que necessitam os doentes. Sua compaixão para com todos aqueles que sofrem é tão grande que Ele se identifica com eles: “Estive doente e me visitaste” (Mt 25, 36). Seu amor de predileção pelos enfermos não cessou, ao longo dos séculos, de despertar a atenção toda especial dos cristãos para com todos os que sofrem no corpo e na alma. Esse amor está na origem dos incansáveis esforços para aliviá-los.
Bom samaritano: paradigma do cuidado

A parábola do bom samaritano é entendida como paradigma do cuidado. Mesmo que sejam possíveis outras interpretações, parece-nos oportuno evidenciar, nesse contexto da Campanha da Fraternidade, o bom samaritano como uma figura emblemática para o cuidado que se espera da parte dos profissionais e servidores da saúde.
A parábola ajuda a pensar sobre a solidariedade, como também acerca da vulnerabilidade a que todos estamos condicionados desde a criação. De fato, os dois relatos da criação do homem e da mulher, de alguma maneira, nos remetem a essa ambiguidade que nos constitui. O primeiro relato sublinha a dignidade humana. Nós somos imagem e semelhança de Deus. Manifestamos, uns para os outros, a presença de Deus. O segundo relato lembra a matéria de que somos feitos: do húmus, do barro da terra. Assim, temos a dignidade de Deus, mas somos modelados pela fragilidade, pela precariedade. Carregamos a marca da criaturalidade, ou seja, da dependência, e não da autossuficiência. Ninguém vive sozinho!
A parábola do bom samaritano nos lembra a condição de fragilidade humana, mas também indica que os seguidores de Jesus devem descobrir a importância do cuidado. Este é, de fato, o apelo do texto evangélico: reconhecer a condição de fragilidade e de vulnerabilidade de todo ser humano e libertar do temor da proximidade sanadora do outro. A fragilidade somente se cura mediante a proximidade daquele que se dispõe a cuidar do debilitado. Cuida-se da própria vulnerabilidade quando se consente a proximidade do outro.A figura do bom samaritano assume a condição de modelo para a ação evangelizadora da Igreja no campo da saúde e no campo da defesa das políticas públicas.
O sofrimento humano e o mal
A teologia cristã ilumina essa realidade proclamando que o Criador é bom, que tudo o que criou se reveste de bondade. Em consequência, a existência é essencialmente um bem. Se há sofrimento e males, a causa é a ausência de um bem, ou de bens, do qual a realidade ou o ser humano se encontram privados.
A privação é fruto das relações injustas estabelecidas pelo ser humano. Contudo, se constitui em um caminho para o encontro com o Deus misericordioso que espera ansioso pelo retorno do filho para devolver-lhe a dignidade e o sentido para a existência com seu amor acolhedor. A partir desse gesto, instaura-se um processo de diálogo edificante e iluminador para a realidade histórica e existencial do ser humano (Lc 15, 8–31).
O amor, fonte mais rica do sentido do sofrimento

A grande luz sobre a realidade misteriosa do sofrimento humano provém do amor divino, fonte mais rica de sentido para essa experiência. Cristo, a encarnação desse amor, nos introduz nesse mistério e nos conduz ao manancial mais profundo e definitivo de sentido. Para tanto, é necessária a abertura incondicional do ser humano à luz da Revelação, mediante o encontro com o Enviado de Deus, que, na cruz, responde às perguntas decisivas para a existência humana, especialmente sobre o mal e o sofrimento.
Cristo foi solidário com a dura realidade do sofrimento humano, pois o assumiu em livre obediência ao Pai. No exercício de sua missão, é evidente a presença do sofrimento no cansaço, nas hostilidades, na perseguição, nas tramas para a sua morte, na traição, na prisão, na condenação, na flagelação, na crucificação. Cristo vivenciou o sofrimento em intensidade tal que realizou em si a profecia de Isaías, no quarto Canto do Servo Sofredor, tornando-se “o homem das dores... em quem o Senhor fez cair as culpas de todos nós (Is 53, 3–6)”. No entanto, o amor profundo O impulsionou a cumprir fielmente a obra do Pai.
Fonte: construirnoticias.com.br

sexta-feira, 2 de março de 2012

Explicação do Cartaz da CF 2012

Atualiza o encontro do Bom Samaritano com o doente que necessita de cuidado (Lc 10,29-37).
A mão do profissional da saúde segurando as mãos do doente afasta cultura da morte e viabiliza a acolhida entre irmãos (o próximo).
A Igreja como mãe, na sua samaritanidade, aproxima e cuida dos doentes, de todos que se encontram à margem do caminho.
O profissional de pé, o enfermo sentado, olhos nos olhos, lembra a acolhida e o compromisso do profissional de saúde, gera relação de confiança.
A cruz que sustenta e ilumina o sentido do cartaz recorda a salvação que Jesus Cristo nos conquistou.
A alegria do encontro recorda aos profissionais da saúde que foram escolhidos para atualizar em a atitude do Bom Samaritano em relação aos enfermos.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

CF 2012

A Quaresma é o tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a se prepararem para a Páscoa, mediante a conversão, com práticas de oração, jejum e esmola. E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade.O tema proposto para a Campanha deste ano é “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”, tirado do livro do Eclesiástico.
A CF-2012 tem como objetivo geral “refletir sobre a realidade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos enfermos e mobilizar por melhoria no sistema público de saúde”.
Realizada desde 1964, a Campanha da Fraternidade mobiliza todas as comunidades catóilcas do país e procura envolver outros segmentos da sociedade no debate do tema escolhido. São produzidos vários materiais para uso das comunidades com destaque para o texto-base, produzido por uma equipe de especialistas.
Ações em nossa Comunidade
Durante a quaresma serão realizados Encontros da CF em família através do livrinho da Campanha com o objetivo de rezar e refletir a responsabilidade da saúde pública para uma maior qualidade de vida. Diversos grupos e pastorais visitarão as famílias de nosso bairro para a realização da campanha. Além disso, serão realizadas a Via - Sacra em alguma rua do bairro - sexta- feira a partir do dia 09 de março logo após a Missa das 18:30.
Palestra na Paróquia
No domingo dia 26 de fevereiro a nossa paróquia realiza palestra sobre a CF no Centro Amarante ( Entrada do S. Gonçalo do Retiro) às 15h ministrada pelo Diácono Valfredo Fonseca. O objetivo é capacitar os líderes comunitários e agentes de pastoral sobre o tema " Fraternidade e Saúde Pública". A participação de toda a comunidade será de grande importância.
Participe!