Olá, esta é a Comunidade Ascensão do Senhor - Paróquia São Gonçalo do Retiro. Seu novo canal de comunicação e interação administrado pela Pascom. Seja Bem Vindo!
domingo, 11 de março de 2012
Reflexão do 3º Domingo da Quaresma
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Reflexão do VIIº Domingo Comum - Ano B
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Reflexão do Vº Domingo Comum - Ano B
domingo, 29 de janeiro de 2012
CELEBRAÇÃO DO QUARTO DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Epifania do Senhor
sábado, 19 de março de 2011
Reflexão do 2º Domingo da Quaresma - Mt 17,1-9
sábado, 5 de março de 2011
Reflexão do 9º Domingo Comum - Mt 7, 21 – 27
Talvez sirva o exemplo do filho que não gosta de verduras, mas as come porque há alguém que o ama por perto. O conhecimento do valor da palavra de Deus, o conhecimento de Deus mesmo como sendo minha eternidade, só conseguirei pela prática das suas palavras. A questão é escutar e fazer. Não é ver para crer. É fazer para ver (que é verdade e dá certo e é bom!).
Proclamar nossa fé é dar crédito a Deus, não somente em palavras mas em atos e fatos. Nossa verdade não está em nossas fórmulas intelectuais, mas em nosso agir. Fé é agir conforme o espírito de Cristo superando nossa auto-suficiência, nossa temeridade de obrigar a Deus a retribuir-nos pelas nossas obras piedosas.
Parece que a mensagem de Paulo seja diferente, pois diz que somos justificados pela fé e não pelas obras da Lei. Mas não é verdade. Paulo se refere às obras da Lei, como obrigações e imposições externas sem nada a ver com o coração, a consciência, a alma. Obras que não são feitas dentro da vontade de Deus; vontade que, antes de tudo, quer que a gente se converta e confie a Jesus Cristo. Obras que são simplesmente cumprimentos exteriores e vazios de conteúdo. Cumprir por cumprir. Ou cumprir para levar vantagem material.
Paulo diz que as obras não “justificam” ninguém diante de Deus. Mas ele não fala da prática da caridade, mas de outra coisa: da observância da lei judaica, que alguns convertidos queriam que todo mundo praticasse para ser justo. Mas se assim fosse, por que Cristo morreu?, pergunta Paulo. Só aderindo a Jesus na fé é que correspondemos ao que Deus espera de nós, e então vamos pôr em prática, não as obras da lei judaica, mas o amor fraterno que Cristo ensinou (como diz Paulo em Gl 5,6).
Confiar-se a Jesus Cristo, que morreu por nós, como o justo que derramou seu sangue pelos injustos - pura graça “gratuita” de Deus. Na fé nele somos feitos justos também. As nossas ações devem ser a consequência da fé, da confiança em Jesus Cristo, que invade o nosso coração e o transforma, quando descobrimos nele o grande amor que Deus nos tem. Um pouco como a criança que se decide a comer jiló quando percebe o quanto sua mãe a ama. Descobre um amor que merece crédito e, por isso, age conforme o desejo de quem assim ama.
Os que se dizem “cristãos praticantes” realmente praticam o que Deus espera deles? Deus não se satisfaz com vazias declarações de amor. Ele queria que os israelitas tivessem diante dos olhos e – no coração – a sua lei e a cumprissem com empenho. Não bastava ter a lei pendurada na testa, nas mãos, nas fimbrias dos mantos … eram simples sinais exteriores e vazios. Por isso, Jesus vai dizer claro e em alto e bom som: é preciso escutar a Palavra e a pôr em prática. Vale lembrar a parábola da semente…
Muitos querem ser cristãos de modo festivo e sentimental sem tirar as conclusões práticas das palavras de Jesus. Levantam as mãos na missa, mas não as abrem para seus irmãos pobres, nem abrem mão de seus privilégios de classe, que contrariam a justiça social. Dão esmola, mas exploram seus empregados. Mimam seus filhos em vez de os educar para a justiça do Reino. Isso é construir sobre a areia.
Mas para praticar, precisa antes “ouvir”. E ouvir com atenção as palavras de Jesus. Se em muitos o “pôr em prática” deixa a desejar, não menos em outros o “ouvir” com atenção. São os que projetam seus próprios impulsos e interesses nas palavras de Cristo, os que escutam apenas suas próprias ambições e paixões, dando-lhes aparência cristã. Para seguir Jesus Cristo é preciso “ouvir com o coração” o que ele diz de fato. Para isso, é preciso parar, silenciar a alma e o coração, abrir a mente… colocar-se em oração (quando fores rezar… entra no teu quarto… fecha a porta… e ora ao teu Pai em segredo!). O evangelho nos alerta para “ouvir e pôr em prática”.
1 Sm 16,7b - Deus vê, não como o homem vê, porque o homem toma em consideração a aparência, mas o Senhor olha o coração.
2 Cor 3,3 - Sois uma carta de Cristo, escrita não em tábuas de pedra, mas nos corações.
Rm 8,35.37 - Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação…perseguição… angústia… fome…nudez… perigo… espada?… mas em tudo somos mais que vencedores, graças Àquele que nos amou.
Sl 61,10-11 - Todo homem a um sopro se assemelha, o filho do homem é mentira e ilusão; se subissem todos eles na balança, pesariam menos do que o vento: não confieis na opressão, na violência, nem vos gabeis de vossos roubos e enganos! E se crescerem vossas posses e riquezas, a elas não prendais o coração!
Fonte: celebrando.org.br
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Reflexão do 8º Domingo Comum - Mt 6, 24 – 34
Daí vem a necessidade de se agarrar ao Reino de Deus e à sua justiça para recolocar o mundo nos trilhos originais.
Buscar o Reino não é ter uma mentalidade de ‘sombra e água fresca’. Aliás, o ‘sombra e água fresca’ não se preocupa nem consigo nem com os outros necessitados ao seu lado. Não quer nada com nada. O seguidor de Jesus é justamente aquele que coloca os dons da criação à disposição de todos, aquele que ensina e ajuda a partilhar tudo com todos. Partilhando, todos tem e ninguém passa necessidade. Isso é procurar em primeiro lugar o que Deus deseja.
Para se chegar a essa atitude de “imprudente” doação é preciso ter muita (muita mesmo!) fé e confiança em Deus. Daquela que o profeta fala: “uma mãe pode esquecer seu filho, mas o Deus que nos criou, nunca!
Essa confiança não é mágica nem leviana. Essa confiança não dispensa a colaboração inteligente, não dispensa a responsabilidade e o esforço de fazer a multiplicação das coisas criadas de sorte que todos possam dela participar e par-tilhar. Não há que escolher entre a tecnologia e a divina Providência. Há que se colocar a tecnologia a serviço do homem e da fraternidade. É dever de justiça colocar os dons de inteligência para melhorar o mundo em que vivemos.
O evangelho de hoje é um alerta para nossa sociedade. Jogar-nos nos braços de Deus com a certeza de que ele nos segurará, pois ele não desiste de cuidar de nós… de jeito nenhum. Ao convidar a olhar as aves do céu e os lírios do campo, Jesus nos chama a atenção para tomarmos consciência “do que dirige e move a nossa vida”. Estamos demais preocupados com tantas coisas que nem sabemos bem com o quê de fato estamos preocupados. Não parece um contra senso? Interessante! Vivemos tão preocupados que as preocupações nunca passam, nunca acabam. Por que será?
Veja se você concorda comigo? … É possível viver, com todo empenho e denodo, procurando riquezas, bens, propriedades, prestígio, poder, prazer, vida social … e … além de conseguir tudo isso,… ainda “ter Deus”?
Mas também você concorda que procurar primeiro o Reino de Deus e sua justiça para depois (… só depois?) esperar receber o resto, é muito difícil, é muito arriscado, ainda mais numa sociedade como a de hoje, em que vivemos, em que tudo é previsto e previsível. Não acha?
E este evangelho se opõe também aos despreocupados, que deixam tudo correr para não se incomodarem… e, por isso, se tornam cúmplices daqueles que querem tudo para si.
O certo é primeiro empenhar-se pelo serviço de Deus, da justiça e do amor que Jesus nos ensina. Então, sempre teremos a certeza de ter feito o que devíamos fazer. Se Deus nos concede uma vida longa e materialmente sucedida, para assim servi-lo, tudo bem. E se ele nos conduz ao sacrifício, não teremos nada a reclamar…
A confiança na providência é condição necessária à responsabilidade pela vida e ao engajamento para melhorar a criação e ajudá-la a partilhar. Quem sempre está calculando como salvará seus interesses próprios , nunca se engajará com liberdade evangélica na procura do Reino e da sua justiça. A confiança na Providência é libertadora e não alienante! Não tira nossa responsabilidade pelo mundo, mas nos dá maior liberdade e coragem para assumir nossa responsabilidade na construção do Reino. Quanto mais confiamos em Deus, mais cresce nossa responsabilidade. Como dizia Sto. Inácio de Loyola: “confiar em Deus como se tudo dependesse dele e empenhar-nos como se tudo dependesse de nós!”
O texto não ensina a despreocupar-nos, mas a mudar o objeto da preocupação. De fato, ao buscar o Reino de Deus, o ser humano segue um modo de vida tranqüilo e simples, em bem-estar.
Interessante relembrar aqui a resposta do Dalai Lama sobre o que mais o surpreendia na humanidade. “O que mais me surpreende é o homem, pois perde a saúde para juntar dinheiro… e depois, perde o dinheiro para recuperar a saúde… Vive pensando no futuro: e assim não consegue viver nem o presente nem o futuro. Vive como se nunca fosse morrer… e morre como se nunca tivesse vivido!”.
Fonte: celebrando.org.br
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Reflexão do 7º Domingo Comum - Mt 5, 38 – 48
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Reflexão do 6º Domingo Comum - Mt 5, 20-22a . 27-28 . 33-34a . 37
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Reflexão do 5º Domingo Comum - Mt5, 13 - 16
sábado, 29 de janeiro de 2011
Reflexão do 4º Domingo Comum - Mt 5, 1 – 12a
Mais do que cultivar essa ou aquela virtude, a celebração de hoje nos propõe um compromisso alegre e decidido com a construção do Reino de Deus. O primeiro passo é o acolhimento em nós dessa boa notícia, apropriando-nos dela. Fazer nos-so o “sonho” de Deus: um mundo novo de justiça e paz.




























