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terça-feira, 3 de maio de 2011

Por que o mês de maio é dedicado à Maria?

É uma herança européia, uma vez que na Europa, em maio, é primavera. Lá, o mês de maio é celebrado em diversos países para homenagear o reflorescimento da natureza. É um mês de festas, de divertimentos, de poesia, de origem muito antiga.
No mundo pagão, por exemplo, acontecia a Florencia, isto é, grandes festas com danças, cantos, etc, em honra da deusa da vegetação, a Flora Mater.
No mundo cristão, como tentativa de corrigir os excessos e abusos destas festas, a partir do séc. XIII, a figura de Maria começa a ser associada ao mês de maio.O primeiro a dar este importante passo foi Afonso X, rei de Castela e León, na Espanha. A partir de então, começam a surgir práticas devocionais no sentido de homenagear a Virgem Santíssima. Aos poucos, o mês vai tomando um aspecto mariano que se consolida no séc. XVIII, com a publicação de obras como a do padre jesuíta A. Dionisi, que pode ser considerado o iniciador do mês mariano no sentido moderno.
É importante lembrar que o mês de maio é dedicado a Maria apenas no Ocidente. Para a Igreja do Oriente, o mês mariano por excelência é agosto, quando se celebra a festa da Dormição de Nossa Senhora (Assunção de Nossa Senhora).
Fonte: catequesecasaforte.blogspot.com
Mês de Maria na Comunidade:

Em consonância com toda a Igreja, durante todo este mês de maio acontecerá a Oração do Terço em nossa Comunidade às 19h. Você é convidado a rezar com a nossa Mãe Maria.
Participe!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Quarta - feira de Cinzas - Reflexão sobre a Quaresma

*Por Pe. José Lima
Hoje, Quarta - feira de Cinzas iniciamos a Quaresma. Nesta época do ciclo da Páscoa, a Igreja nos convida a meditação frequente dos sofrimentos de Jesus e tão elevado grau de importância desta quadra do ano que é a única em que encontramos uma Missa própria para cada dia, prescreve-se o Jejum e a Abstinência a fim de que se limite a mortificação de Jesus nos 40 dias de seu retiro; os paramentos são roxos e são suprimidos na Missa o Glória e o Aleluia como sinal de tristeza.
Somos introduzidos na Quaresma , portanto, na caminhada para a Páscoa pela recepção das Cinzas que é o reconhecimento e símbolo da Penitência e Conversão, fazendo - nos lembrar os 40 dias que antecede a celebração da Morte e Ressurreição de Jesus, também nos reporta aos 40 dias de Oração e Jejum que Jesus passou no deserto, aos 40 dias que o Profeta Jonas ameaçou a cidade de Nínive, aos 40 anos que o povo hebreu caminhou no deserto. Enfim, a Quaresma é itinerário marcado pela busca de novas relações com Deus, com os irmãos e consigo mesmo.

A cerimônia das Cinzas consiste em 03 momentos: - O nosso nada individual; - A nossa condição de pecador e - A realidade da morte lembrando que somos pó e a ele retornaremos.
O Profeta Joel adverte que sejam convidados velhos, crianças, jovens, moças e rapazes para a conversão em nome de Jesus Cristo. Mateus fundamenta 03 pontos para o cristão nesta quaresma:

Esmola- é aquilo que nós podemos dar, é a importância do bem, das boas obras de caridade que se deve fazer, pois precisamos praticar a caridade e destes momentos de santificação. O que não podemos fazer é alimentar a indústria da miséria.

Jejum - é a abstinência de alimentos, parcial ou total em certos dias por penitência ou prescrição religiosa, por exemplo: o jejum eucarístico é o que se observa para celebrar a comunhão. O jejum é diferente de regime, que, muito embora parecidos são diferentes.No regime, a pessoa passa fome para manter o corpo, a beleza ou a saúde por prescrição médica e não não tem nada a ver com religião ou fé. No jejum, passa-se fome não manter o corpo ou por prescrição médica, não! Até porque no jejum não se faz manutenção do corpo, porque é só um dia. O jejum é para nos unirmos ao sofrimento de Jesus e aos 40 dias que Ele jejuou e recomendou este tipo de sacrifício como falam os profetas de modo especial Joel e Jonas.

Oração - não seja feita como os hipócritas de pé nas Sinagogas e nas esquinas para serem vistos. No entanto, Jesus recrimina esta prática porque de Deus não tem recompensa, apenas dos homens. E como as preces deviam ser feitas em horas fixas, os falsos ou fingidos ( hipócritas) inventavam oportunidade para se exibirem, se fazerem notar fora do horário estabelecido só para serem aplaudidos pelas pessoas, e esta atitude fingida que Jesus recrimina e dizia: "Quando fizerem suas orações, sejam em lugar oculto, pois, o Pai que vê o que está oculto vos dará a recompensa, pois, é a recompensa do Pai que queremos e não a dos homens".

A CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil promove todos os anos durante a Quaresma a Campanha da Fraternidade, cuja principal finalidade é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira , buscando caminhos de solução. Neste ano a campanha traz como tema: " Fraternidade e a vida no planeta" e como lema: " A criação geme como em dores de parto". O objetivo é refletir a questão ecológica, com foco, sobretudo, no problema das mudanças climáticas.
*Pe. José Lima
é vigário e coordenador paroquial da Pastoral da Saúde.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Carnaval: participar ou não?

Muitos se pergutam: qual é a verdadeira origem do carnaval? Outros se questionam: por que o carnaval todo ano cai em um dia diferente?
Quando se fala em carnaval, logo se pensa no Brasil. No entanto, esta festa tem início nos cultos agrários da Grécia, antes de Cristo, nos anos de 605 a 527 a.C. Com o surgimento da agricultura, os homens passaram a comemorar a fertilidade e produtividade do solo. Assim, nos anos antes de Cristo, o carnaval era considerado um evento pagão.

O carnaval pagão começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C. e, termina, quando a Igreja Católica adota a festa em 590 d.C.. Aos poucos, ao longo dos séculos, a festa vai tomando um rumo bastante mundano.Com a chegada do cristianismo, a festa passou a ser regida pelo calendário lunar. Até hoje o ano litúrgico, o mesmo utilizado pela Igreja Católica, é que determina quando deve ser realizado o carnaval. A data do carnaval variará com o dia em que será comemorada a Páscoa, que também é uma data variável, pois varia de acordo com a fase da lua cheia.
A Igreja procurou dar um cunho religioso às festividades mundanas e, então, instituiu a liberdade para comer carne durante quatro dias seguidos, antes da chegada do tempo de penitência, a Quaresma. Assim, surgiu a "carne vale". A "carne vale", também conhecida como festa da carne era uma espécie de preparação para a chegada da Quaresma (período em que os critãos se preparavam para celebrar a Páscoa; uma data muito importante dentro do calendário religioso).
Durante os quatro dias da "carne vale" os cristãos comiam carne como uma forma de despedida deste alimento, porque em seguida ficariam quarenta dias (os quarenta dias da Quaresma) sem comer carne, como forma de penitência e preparação para a Páscoa.
Hoje em dia a Igreja prescreve a abstinência de carne, neste período após o Carnaval, apenas na Quarta-Feira de Cinzas. Aliás, a Igreja Católica só pede aos fiéis dois dias de abstinência de carne: na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa.

Enfim, permanece a pergunta: o católico deve ou não comemorar o carnaval? O católico pode comemorar o carnaval, desde que respeitando os princípios cristãos, sem se entregar aos excessos permissivos tão difundidos em nossos dias.
Se for difícil participar das comemorações públicas, onde os excessos acontecem à luz do dia, procure se alegrar junto a sua família e amigos, quem sabe até em um pequeno baile no seu Condomínio residencial ou na sua rua?
Vale lembra que, afinal de contas, a alegria deve ser uma característica de todo católico.
Fonte: cancaonova.com

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Outubro - mês missionário

Todos somos chamados a ser discípulos e missionários de Jesus. Discípulo significa "aprendiz", aquele que aprende com o Mestre. Missionário significa "enviado" no sentido de missão, ou seja, é aquele que põe em prática o que aprendeu. Este mês deve ser uma oportunidade para assumirmos o nosso papel de cristão missionário na nossa família, comunidade e sociedade.
Ser missionário é um compromisso de toda comunidade de fé. "Nenhuma comunidade cristã é fiel a sua vocação se não é missionária".
Os 10 Mandamentos do Missionário

Humildade para servir e acolher a todos, sem distinção. Mt 20, 25-28; Lc 10, 30-34

Disponibilidade necessária para servir ao Reino de Deus. Lc 9, 57-62.

Despojamento para ir ao encontro de Deus e dos irmãos, confiando sempre na Providência Divina. Lc 9,1-6.

Força espiritual, porque só através de uma vida de oração seremos verdadeiramente missionários. Lc 6,12; 9, 28-29; Mt 10,28.

Coragem, ousadia e confiança em Deus diante dos desafios para anunciar o Evangelho, denunciando as injustiças e todo tipo de males que nos oprimem. Lc 4, 16-19; Mt 10,28.

Buscar sempre a inspiração de Deus para poder levar o amor, a paz, o perdão e a reconciliação. Jo 14, 12-13.

Clareza e sabedoria para anunciar aquilo que Deus quer e não aquilo que queremos. Nossas atitudes, ações e palavras devem estar sempre pautadas nos ensinamentos de Jesus. Ef 3, 20-21; Jo 14,26

Solidariedade, companheirismo de equipe. Ninguém evangeliza sozinho. Não deve haver estrelismos. Rm 12,3-8, 1Cor 12, 12-26

Comunhão com Deus. O missionário precisa estar em comunhão com Deus, para que o seu testemunho seja coerente e verdadeiro. Jo 15, 4-5

10º Ser instrumento. O missionário, em sua missão, precisa reconhecer sempre a grandeza de Deus, visto que não é ele que evangeliza. Ele é apenas instrumento de evangelização. Alegrar-se sempre pelos dons que recebeu do Pai. Lc 10, 17-21.

Pe. Francisco de Assis Maria Leite - CRSP

Fonte:loreto.org.br

domingo, 29 de agosto de 2010

Mensagem em homenagem ao Diácono Antonio Freire

Confira na íntegra o texto em homenagem ao nosso querido e saudoso Diácono Antonio Freire escrito por Mécia Lucas de nossa comunidade:

Diácono, esposo, pai, avô, irmão, tio, amigo Antonio Freire de Almeida, nascido em 04 de novembro de 1938, vindo de uma família tradicionalmente católica e bastante numerosa. Hoje 28 de agosto de 2010, completaria 27 anos de vida diaconal alicerçada no amor a Igreja e aos irmãos.

Inicialmente sua vida diaconal foi marcada por inúmeras dificuldades dentre elas alguns desentendimentos com seu irmão de fé e caminhada José Francisco, que após anos chegamos a pensar que seria impossível a união dos dois; por esse motivo que Jesus em sua palavra saudava os discípulos dizendo: “A paz esteja com vocês” e outras vezes Jesus também os exortava dizendo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”, pois Jesus sabe de que somos feitos e o quanto somos fracos uns para com os outros.

Os anos se passaram, mas os dois nunca se afastaram de Jesus e por esse motivo o nome de Jesus foi glorificado. Quando a doença se agravou, seu Antonio solicitou do Bispo, autorização para comungar todos os dias e o Bispo autorizou com uma ressalva: “Você pode comungar todos os dias, mas é preciso comungar com outro ministro da Eucaristia”.

E essa trajetória de fé e confiança em Deus, se passou por todos os ministros da nossa comunidade, já que foi a forma que Deus utilizou para uni-los ainda mais, pois nos últimos anos e meses, todos os dias à tarde, especificamente às 16h, comungavam aqui nesta Igreja, diante de Jesus, Maria e todos os anjos e Santos do Céu, Antonio Freire e José Francisco. Eles comungavam juntos e se tornaram irmãos confidentes de longas orações, partilha e unidade, para que como o salmista no Sl 110,2, possamos dizer: “ Grandes são as obras do Senhor, dignas de admiração de todos os que as amam”.

E assim Sr. Antonio seguiu toda sua trajetória de vida, deixando flores por onde passava nos dando o exemplo de que ser cristão é realmente ser outro “Cristo” para os irmãos, pois em diversas situações podíamos ver o próprio Cristo agindo através dele, em suas atitudes de bondade no qual sempre se mostrava disponível para atender os mais necessitados de nossa comunidade e do nosso bairro; um homem com um coração imenso.

Atitude de humildade, já que na comunidade tinha a autoridade de diácono, mas jamais deixou de lavar os pés dos irmãos, a exemplo de Jesus que lavou os pés dos discípulos; atitude de um esposo e pai exemplar, pois sabia cuidar da obra de Deus sem se esquecer de sua família que tanto amava e cuidava. Atitude de total fé e confiança em Deus em meio a tantas dores e sofrimentos ocasionado pela doença, a ponto de quando perguntávamos: “Como está Sr. Antonio?” e ele nos respondia com um singelo sorriso: “ Nada a reclamar, só agradecer”, confirmando o que diz o Sl 115,1: “ Conservei a confiança ainda quando podia dizer: Em verdade sou extremamente infeliz”. E assim ele retornou à Casa do Pai sem queixa e sem murmuração diante do sofrimento.

Somos abençoados e felizes por termos o privilégio de conviver por tantos anos com um homem tão abençoado e amado por Deus. Agradecemos também a pessoa de Pe. Maurício e Ir. Inês que deixaram seu país de origem para mostrar o evangelho a tantos irmãos em nossa cidade, dentre eles o nosso diácono, que poderia servir a Deus em outras comunidades, mas Deus o quis aqui na Comunidade Ascensão do Senhor, ao nosso lado, nos animando e nos fortalecendo na caminhada.

E a nós cristãos católicos que esperamos e acreditamos na Ressurreição é permitido somente o sentimento de saudade e esperança, tristeza jamais! E que a exemplo de Sr. Antonio, nosso querido e eterno diácono, possamos olhar para o céu diante de tudo o que se passou nesses últimos dias e dizer: “ Nada a reclamar, só agradecer!”, no mais, Deus nos preencherá.

sábado, 14 de agosto de 2010

Assunção de Nossa Senhora ao Céu – 20º Domingo do Tempo Comum

Meus queridos irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo, hoje 15 de agosto, celebramos a grande solenidade da Assunção de Nossa Senhora ao Céu em corpo e alma e atualmente em quase todos os países a festa da Assunção é realizada neste domingo.

Esta solenidade foi decretada no Oriente só no século VII com um decreto do Imperador Bizantino de nome Maurício com o nome de “Dormítio” que quer dizer passagem para a outra vida. Esta solenidade foi introduzida em Roma por um Papa oriental, Sérgio I. Para tanto, um século depois o título desta festa mudou de nome, de “Dormítio” para Assunção de Nossa Senhora ao Céu de corpo e alma, que quer dizer como nos fala o Novo Catecismo da Igreja: “Corpo e Alma, é o modo usual pelo qual nos referimos a pessoa em seu todo. E, elevada, é a expressão bíblica referente à passagem para a glória celeste, onde neste mundo Maria foi preservada da corrupção do pecado, pois neste mundo nada lhe feriu, nada lhe manchou, nada lhe causou lisura, pois Maria é a mãe de Jesus e toda imaculada e concebida sem pecado e do mesmo modo concebeu pelo Espírito Santo o Filho de Deus, por isso ela é toda pura e toda santa.

E o dogma da Assunção não estava ainda definido e só em 1º de novembro de 1950 no ano Santo promulgado por Pio XII. Só então numa solenidade jamais vista em Roma, Pio XII proclamou que a verdade de fé católica, faz parte do patrimônio de nossa fé, e, portanto, um dogma de nossa fé.

E séculos e séculos antes da proclamação do dogma, a Igreja acreditava já nesse mistério e nesse dogma da Assunção de Maria Santíssima ao Céu, Igrejas e conventos se ergueram sob este título e a proteção de Maria ao Céu, congregações religiosas se fundaram com esse título de Nossa Senhora da Assunção, e entre o povo desde os primórdios do cristianismo havia uma devoção à Nossa Senhora chamada da Glória ou da Assunção ou da Boa Viagem ou da Esperança ou da Boa Morte.

Essa prática da devoção a Maria Santíssima sob o título de sua Assunção foi que conduziu pouco a pouco a proclamação do dogma. De modo que quando Pio XII, na Praça de São Pedro propaga como jamais em toda a sua existência, Pio XII proclamou a fé da Igreja na verdade segundo a qual Maria Santíssima foi elevada ao céu nestes termos: “ A IMACULADA MÃE DE DEUS, A SEMPRE VIRGEM MARIA, TERMINANDO O CURSO DE SUA VIDA TERRESTRE, FOI ASSUNTA EM CORPO E ALMA À GLÓRIA CELESTE”.
Esse dogma foi preparado pela fé dos cristãos e dos católicos nos séculos que haviam precedido, Pio XII não tirou o dogma, portanto, de sua própria imaginação ou da sua inteligência. A verdade desse dogma ele auscultou o sentimento, a devoção, a oração, a fé de milhões de católicos, e foi levado, por isso, que ele proclamou esta verdade de fé. E a Bíblia aponta em Apoc. CAp.12, “ Um sinal grandioso que apareceu no Céu uma mulher vestida com o sol, tendo a lua sob os pés e sobre a cabeça uma coroa de 12 estrelas” cuja mulher é a Santíssima Virgem Maria, rainha universal mãe de Deus e nossa.
E nesta ressurreição ou transfiguração da vida terrestre de Maria livre, finalmente dos liames espaço – temporais; e realização absoluta da vida em Deus; que é a entronização de sua existência no Reino de Deus. Queremos unir-nos finalmente a Nossa Senhora, a essa verdade de fé da sua Assunção ao Céu, que ela nos escute, que ela se lembre ser nossa mãe, nossa defensora e advogada, nosso socorro e proteção e do céu onde ela está em corpo e alma nos acompanhe na nossa vida de filhos seus unidos a ela por grande amor e uma grande devoção.

Maria assunta ao Céu é a criatura que atingiu a plenitude da salvação, até a transfiguração do corpo. “De sol, Ó Virgem, vestida, de branca lua calçada; e de doze estrelas – coroas, coroada”. Ela é a mãe que nos convida a caminhar para o Reino de Deus. A Mãe do Senhor é a imagem da Igreja, luminosa, como ela será nos termos futuros, porque o Espírito do Ressuscitado cumprirá plenamente sua missão em todos nós, como fez nela, que já é aquilo que nós seremos. Maria brilha no Céu, assim como brilha aqui na terra como sinal da esperança segura e do conforto para o povo peregrino, até que chegue o dia do Senhor.
Salve Maria!

Pe. José Lima – Vigário da paróquia São Gonçalo do Retiro

sábado, 7 de agosto de 2010

Dia dos Pais

Pai de Verdade

Pai de verdade mesmo sabe que ser pai não é simplesmente recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.

Pai de verdade mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai, mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.

Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.

Pai de verdade mesmo não é aquele que providencia as melhores escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.

Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.

Pai de verdade mesmo não coloca modelos de conduta, mas aponta aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.

Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.

Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha tudo aquilo que merecer e realmente desejar.

Pai de verdade mesmo não está ali só para colocar a mão no bolso para pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebe até que ponto está alimentando um espírito de dependência.

Ele não é um condutor de destinos, mas sim o farol que aponta para um caminho de honestidade e de Bem.

Pai de verdade mesmo não diz " Faça isto " ou " faça aquilo " , mas sim " tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe " .

Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas pergunta se houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.

Pai de verdade mesmo é o Amigo sempre presente, atento e amoroso - com a alma de joelhos - pedindo a Deus que o oriente na hora de dar conselhos ...

Texto de Silvia Schmidt

Fonte: humancats.com

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

04 de Agosto - Dia do Padre

É com muita alegria que celebramos hoje 04 de agosto o Dia do Padre. Aos padres de nossa paróquia o nosso agradecimento e a nossa homenagem.

Ser padre é estar a serviço dos outros sem se preocupar com o tempo. Sem dúvida nenhuma, somente alguém que tem Deus ao seu lado é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai pode fazer.
Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação.
O Padre entende o chamado para ser um servo de Deus, um sacerdote a semelhança de Cristo que amou e deu a sua vida ao povo pobre, simples e marginalizado.

Nunca hesita, tudo aceita, confia e acredita em Deus e na sua providência e caminha seguro para a missão que lhe é designada.

É o padre que através do Evangelho, leva os homens a Deus pela conversão da fé em Cristo.Por isso somos felizes por tê-lo como nosso amigo e sacerdote!

Parabéns por este dia e que Deus os abençoe e fortaleça hoje e sempre!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Amo minha Igreja - Sou dizimista!

A vida humana é marcada pelo dom da liberdade. Para viver plenamente é necessário fazer a experiência da liberdade. E a liberdade possibilita muitas descobertas e muitas opções. A própria adesão à uma manifestação religiosa é questão de opção, de escolha livre e consciente. Somos católicos, hoje, por convicção e não por uma imposição. Porém, ao abraçarmos a vida cristã somos inseridos num novo contexto onde a liberdade nos situa diante de algumas obrigações que são próprias de quem faz uma escolha. E nós escolhemos ser católicos! Somos felizes por esta escolha. Nosso desejo é acertar o caminho e seguir os ensinamentos da Palavra de Deus.

O dízimo é uma realidade que acompanha a Igreja, desde sempre. A história bíblica mostra-nos que o dízimo esteve presente no começo da constituição do povo de Deus e continua muito presente em nossos dias. A falta de uma leitura mais freqüente da Palavra de Deus impede que os católicos conheçam o que é de fato o dízimo. A Bíblia nos relata o testemunho das pessoas de fé, que se sempre apresentaram a Deus o seu dízimo, quer seja na doação de produtos das colheitas, animais e outras doações.

A grande motivação de todas as pessoas que participam do dízimo é sempre a gratidão. Dízimo tem tudo a ver com gratidão. Recebemos tanto de Deus e, para retribuir, oferecemos um pouco do muito que Ele nos presenteia, todos os dias, de muitas formas. Agimos assim, conscientes de que a nossa oferta ajudará para que a obra de Jesus Cristo continue. Temos plena confiança de que nossa oferta permitirá a realização do bem às outras pessoas.

Podemos fazer o bem de muitas formas. Mas, através de nosso dízimo, permitimos que a Igreja realize sua missão e sua missão é levar Jesus Cristo, o bem maior, a todas as pessoas. Desta missão surgem as pastorais que atendem não apenas a dimensão espiritual, mas cuidam de todas as dimensões, principalmente quando falta o necessário para uma vida digna.

Muitas pessoas passaram a ter uma vida diferente depois da experiência do dízimo. Ninguém é obrigado a oferecer o dízimo. Porém, a Palavra de Deus é bem clara quando afirma que a experiência de dar é também a possibilidade de receber. Nossa oferta abre espaço para que a bênção de Deus se multiplique em nós e naqueles que amamos.

A experiência do dízimo abre espaço para entender melhor os desígnios de Deus. Por isso, o dízimo tem tudo a ver com fé. Somente quem cultiva a fé vai, aos poucos, sentindo que o dízimo é muito maior do que dar um valor material. A oferta do dízimo é conseqüência do nosso amor e da fé que vai iluminando nossa vida.

A decisão de ser dizimista cabe a cada católico. Não pode ser uma imposição e nem uma doação acompanhada de mau humor. Deus ama a quem dá com alegria! Não se sabe de ninguém que tenha empobrecido por contribuir com seu dízimo. Pelo contrário, muitos são os testemunhos de pessoas que ofereceram o dízimo e passaram a ter uma vida mais feliz. Um coração que agradece a Deus através do dízimo é um coração que se torna leve e sereno.

Que você possa dizer como muitos já estão dizendo: “Amo minha Igreja. Sou dizimista!”

Fonte: diocesedecaxias.org.br

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ser Mãe

Ser mãe é desdobrar fibra por fibra o coração!
Ser mãe é ter no alheio lábio que suga, o pedestal do seio, onde a vida, onde o amor, cantando, vibra.
Ser mãe é ser um anjo que se libra sobre um berço dormindo!
É ser anseio, é ser temeridade, é ser receio, é ser força que os males equilibra!
Todo o bem que a mãe goza é bem do filho, espelho em que se mira afortunada,
Luz que lhe põe nos olhos novo brilho!
Ser mãe é andar chorando num sorriso!
Ser mãe é ter um mundo e não ter nada!
Ser mãe é padecer num paraíso!
Coelho Neto
Parabéns a todas as mães da comunidade Ascensão do Senhor!
Fonte: portaldafamilia.org.br

sábado, 24 de abril de 2010

4º Domingo da Páscoa - O Bom Pastor

O 4º Domingo da Páscoa, também chamado de Domingo do Bom Pastor - Dia de orações pelas vocações sacerdotais e religiosas.Todos os anos a liturgia propõe, neste domingo, um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como “Bom Pastor”. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus põe, hoje, à nossa reflexão.

O Evangelho apresenta Cristo como “o Pastor modelo”, que ama de forma gratuita e desinteressada as suas ovelhas, até ser capaz de dar a vida por elas. As ovelhas sabem que podem confiar n’Ele de forma incondicional, pois Ele não busca o próprio bem, mas o bem do seu rebanho. O que é decisivo para pertencer ao rebanho de Jesus é a disponibilidade para “escutar” as propostas que Ele faz e segui-l’O no caminho do amor e da entrega.

A imagem do Bom-Pastor, plena de conteúdo salvífico, permite também que toda obra e ministério eclesiais sejam chamados de Pastoral porque os batizados, segundo os carismas que possuem, são vocacionados ao serviço, dando a vida pela causa Daquele que se entregou por nós. Portanto, a imagem desperta a generosidade e a disponibilidade dos cristãos para o serviço na Igreja e no Mundo, à semelhança do pastoreio de Jesus.

Paulo VI percebeu a importância desta mensagem e fez deste Domingo uma Jornada Mundial de Orações pelas Vocações Sacerdotais e Religiosas. Dessa maneira, enseja que à luz do Bom-Pastor que dá a vida compreendamos, aceitemos evalorizemos as vocações especiais na Igreja. O melhor modo de valorizá-las é perceber suas necessidades. Quem precisa pede, ora, implora. Há, pois,uma pequena sutileza no pedido que fazemos a Deus.

É claro que pedimos vocações. Mas, na realidade, suplicamos que Ele conceda o dom que motiva o coração humano para a entrega de si mesmo, aquela disposição do Bom-Pastor que dá a vida, sem o que a Redenção não se efetua. Este dom é pedido, hoje, pela Igreja ao seu Pastor Supremo, sem o qual não há nem vocacionados nem a expressão visível Daquele que redimiu e congregou o Rebanho.

Neste domingo do Bom Pastor, a nossa paróquia realizará uma tarde de oração pelas vocações sacerdotais e religiosas sobre o tema " O testemunho suscita vocações". O encontro acontecerá na Comunidade Volta do Senhor - Estrada das Barreiras às 14h.
Venha orar pelos sacerdotes e religiosas de nossa paróquia!

sábado, 17 de abril de 2010

Refletindo O Domingo

Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 21, 1-19

«Tu amas-Me?»
«Tu amas? [...] Tu amas-Me? [...]» Pedro havia de caminhar para sempre, até ao fim da sua vida, acompanhado por esta tripla pergunta: «Tu amas-Me?» E mediu todas as suas actividades de acordo com a resposta que então deu. Quando foi convocado perante o Sinédrio. Quando foi metido na prisão em Jerusalém, prisão donde não devia sair, e da qual contudo saiu. E [...] em Antioquia, e depois ainda mais longe, de Antioquia para Roma.
E quando, em Roma, perseverou até ao fim dos seus dias, conheceu a força das palavras segundo as quais um Outro o conduziu para onde ele não queria. E sabia também que, graças à força dessas palavras, a Igreja «era assídua ao ensino dos apóstolos e à união fraterna, à fracção do pão e à oração» e que «o Senhor adicionava diariamente à comunidade os que seriam salvos» (Act 2, 42.48). [...]

Pedro não pode nunca desligar-se desta pergunta: «Tu amas-Me?» Leva-a consigo para onde quer que vá. Leva-a através dos séculos, através das gerações. Para o meio de novos povos e de novas nações. Para o meio de línguas e de raças sempre novas. Leva-a sozinho, e contudo já não está só. Outros a levam com ele. [...]
Houve e há muitos homens e mulheres que souberam e que sabem ainda hoje que as suas vidas têm valor e sentido exclusivamente na medida em que são é uma resposta a esta mesma pergunta: «Tu amas? Tu amas-Me?» Eles deram e dão a sua resposta de maneira total e perfeita - uma resposta heróica -, ou então de maneira comum, banal. Mas, em qualquer dos casos, sabem que a sua vida, que a vida humana em geral, tem valor e sentido graças a esta pergunta: «Tu amas?» É somente graças a esta pergunta que vale a pena viver.

Fonte: arautos.org

sábado, 10 de abril de 2010

Meu Senhor e meu Deus!

O segundo domingo pascal, domingo das “vestes brancas”, acentua a nova existência do cristão regenerado pelo batismo (ou pela renovação do compromisso batismal). Na primeira leitura, início de uma série de leituras de At, esta novidade se manifesta na atuação da primeira comunidade cristã, suscitando admiração por causa de sua união e dos sinais que o acompanham. O novo povo de Deus cresce ligeiro. Com razão, o salmo responsorial comenta: a pedra rejeitada tornou-se a pedra angular.A segunda leitura é a visão inicial do Apocalipse.

No “primeiro dia da semana”, dia da ressurreição e da assembléia cristã, ele vê o Cristo glorioso, o “primeiro e o último”, o “vivo que foi morto” e que “tem as chaves da morte”, ou seja, tem a morte em seu poder. É a aparição do Cristo como Senhor do Universo. Os tempos são nele resumidos e recapitulados. No fim do livro, ele se manifesta como o renovador do Universo.A novidade da situação pascal aparece também no legado que o ressuscitado deixa para a sua Igreja: a paz, como dom e como missão. A paz é dom escatológico por excelência, a renovação da harmonia com Deus, o perdão (evangelho).

Esta nova realidade vem no Espírito, o Espírito do batismo, o Espírito de Cristo. Não é fruto do mero esforço, nosso. É um do dado a todos os verdadeiros fieis, os que se confiam a Cristo e em Cristo se tornam homens novos; os que não são determinados por critérios biológicos e sociológicos, mas “nasceram de Deus”. De modo especial, a liturgia de hoje se dirige aos recém-nascidos filhos de Deus.A esta novidade podemos dedicar uma consideração comunitária e histórica, como é sugerido especialmente pelas duas primeiras leituras.

A comunidade cristã aparece, no mundo, como um mundo novo, escatológico. As pessoas aderem a ela para “serem salvas”. No Apocalipse, Cristo aparece como o Senhor da História. Este Senhor da História foi morto. Sua morte aconteceu por causa de sua total solidariedade com a história humana, na qual ele se integrou, numa práxis autêntica, conscientizadora e libertadora, procurando restituir ao homem seu Deus, e a Deus, sua Lei e seu povo.

Sua prática em prol da vida o levou ao testemunho radical da morte. Ora, se este Senhor, que por nós e conosco enfrentou a rejeição e finalmente a morte, agora vive, então, a História, que ele assumiu, vive com ele. No Cristo pascal revive a História humana para uma vida nova, totalmente diferente, vencedora do antigo pecado, que em Cristo foi crucificado. Uma História que já pertence à não-História, ao fim dos tempos. Pois, “ele”é o primeiro dos homens, realizando a vocação original da humanidade, ou seja, a completa filiação divina; mas nisso ele é também o último, a plenitude.Essa novidade da História humana deve transparecer na comunidade dos renovados pelo batismo.
A renovação pascal não é apenas uma revigoraçao interior, nem apenas um retomar de algumas boas práticas e um provisório discernir de alguns vícios. Temos de compor uma peça nova, tendo uma estrutura nova. E, mesmo se esta for a melhor, o fato de ser nova e melhor que a anterior será um sinal de escolhemos o lado daquele em quem nossa história antiga morreu, para ressuscitar na força de Deus.
Padre Pacheco
- Comunidade Canção Nova.

domingo, 4 de abril de 2010

Cristo Ressuscitou, Aleluia!

"...Cristo, sinal da aliança entre Deus e o homem, é o Senhor não apenas de um povo - como Javé na antiga lei - mas de todos os povos, em todos os tempos e lugares, e convoca a humanidade a reformular seus planos à luz do grande mandamento: "Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei".
Agora é só dizer aos outros que fomos salvos e um mundo diferente pode ser edificado. Nesse projeto, cabe a cada um uma missão própria, intransferível e decisiva para a vitória final. Cada falha pessoal, cada fuga e omissão impedem o amadurecimento dos frutos da Páscoa, retardando o final triunfante da criação, quando todos os homens, libertos do orgulho e do egoísmo, cantarão para sempre as maravilhas de Deus.
Celebrar a ressurreição é comprometer-se com a nova história de justiça, verdade, liberdade e paz.
Uma Páscoa de muitos dons para os que se alimentam na mesa do Cordeiro, com o Corpo e Sangue de Jesus."
D. Geraldo Majella Agnelo - Cardeal Arcebispo de Salvador
Liturgia Diária - abril/2010

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Carnaval e Igreja

Este ano, como sempre, o evento acontecerá nos dias que antecedem a Quarta-Feira de Cinzas, que cai no dia 17 de fevereiro. Curiosamente, enquanto enormes multidões dele participam, milhares se afastam em busca de ambientes mais calmos e serenos. Alguns procuram muita alegria, fortes emoções e animado divertimento nas músicas, danças e brincadeiras animadas do carna-val nos clubes e nas ruas. Outros se dirigem aos retiros espirituais ou ambientes pacatos tentando também encontrar alegria, paz, contentamento e satisfação.
Infelizmente, um considerável número de pessoas acredita que a Igreja Católica é contra o Carnaval e o condena. Isso simplesmente não é a verdade. A Igreja Católica não é contra o Carnaval, mas é contra certos excessos cometidos durante o carnaval. Deus e a Igreja Católica querem ver seus filhos e filhas felizes e contentes, compreendendo que o descanso e o repouso são necessários para a pessoa humana. Ninguém é de ferro e todo ser humano precisa intercalar o trabalho com o descanso e com o divertimento.
Tristemente, nos dias de carnaval há muitos divertimentos desenfreados. Muitas pessoas se entregam ao prazer desordenadamente. Há excessos na bebida alcoólica, há grande falta de pudor e imoralidade de diversos tipos. Devido aos excessos e desregramentos cometidos durante o carnaval há um elevado número de mortes, graves acidentes, e pessoas agredidas fisicamente, para não falar em agressões morais. É importante para o católico lembrar que todo divertimento que implica atos obscenos, prazeres ilícitos, paixões desordenados, atitudes vulgares, riscos mortais e violência. Num mundo que está perdendo o sentido do pecado é necessário reafirmar que a Lei de Deus não fica suspensa durante o carnaval.
Por isso, o católico e cristão devem se aproveitar dos divertimentos carnavalescos que são sadios, benéficos, equilibrados e, em termos gerais, úteis para a saúde do corpo e da mente. O carnaval nunca devia ser tal que se devesse ter mais tarde vergonha da conduta tida durante esses dias.
O carnaval termina na Quarta-Feira de Cinzas. Um dia que recorda para todos nós a transitoriedade da vida. Tudo neste mundo passa, e passa rapidamente. Só a eternidade não passa. Logo depois do carnaval segue-se a Quaresma: quarenta dias durante os quais os católicos preparam-se para a Páscoa, a maior festa religiosa do Ano Litúrgico.
Muitos católicos, com o intuito de se prepararem melhor para esta grande festa, fazem retiros durante o período do carnaval. Portanto, que haja neste ano de 2010 um bom e animado Carnaval , sem exageros na bebida alcoólica, sem violência e sem imoralidades. Que o carnaval deste ano seja uma folia que não afaste pessoas de Deus ou do próximo, mas sim dias de distensão sadia.
Pe. Brendan Coleman Mc Donald
Fonte:
loreto.org.br

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Torne seu Natal especial

Estamos nos aproximando do período do Natal, período de reflexão, bom para muitos, período de confraternização, de compras, de muita comida, bebida e presentes... Um período também para reflexão.
Quantas pessoas vivem não só neste período, mas durante todo o ano escassos de muitas coisas?
Escassos de roupas, escassos de alimentação, de moradia, de amor, de um tratamento digno de um ser humano.
Às vezes vivemos tão atarefados em nosso dia-a-dia, que não enxergamos devidamente o nosso próximo...
Sugiro pararmos um pouco, vamos pensar nas pessoas que precisam de nós...
- Vamos doar roupas
- Vamos doar alimentos
- Vamos doar “amor ao próximo”
- Vamos ser voluntários em alguma causa social, não somente neste período, mas durante todo o ano..
Vamos ser mais solidários...
E Lembre-se: esta data é muito especial, porque é comemorado o nascimento do nosso Salvador, um Exemplo de amor ao próximo que precisa ser seguido. Pense nisto.
Fonte: otimismoemrede.com
Participe da Campanha Natal Solidário:
Doe alimentos, brinquedos, kit higiene e faça uma família feliz neste Natal!
Postos de arrecadação:
Comunidade Ascensão do Senhor e Supermercado Preço Baixo – Engomadeira.